sábado, 19 de abril de 2014

Isaías 53

Refletindo muito sobre o fato de "Ele ter levado sobre si as nossas enfermidades".... 


Que profundidade de amor! 


             Quanta Graça, meu Pai! 



                        Ajuda-me a abraçá-la e a lembrar-me deste amor enquanto eu viver. Que a imagem do Cristo Crucificado não seja desfocada pelas coisas secundárias. 

                                                Que a esperança da ressurreição e da renovação da criação sejam cultivadas com muita gratidão hoje e sempre. 


Em nome de Jesus, 
Amém. 



Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?
Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.

Isaías 53:1-7

domingo, 13 de abril de 2014

as dores nossas de cada dia

"Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas".  Filipenses 4:8

Uma coisa que eu só assimilei depois de entrar na vida adulta foi o quanto nossa caminhada diária é vivida sob várias e múltiplas dores. Um trabalho penoso ou não valorizado, preocupações diversas com entes queridos, problemas relacionais, dificuldades financeiras, as perdas, as mortes, as violências cometidas contra nós por aqueles que amamos e as violências cometidas por nós contra os nossos amados...

Enfim... a caminhada fora do Éden já foi marcada por dores e por muito sofrimento desde o início da humanidade.

Minhas dores fazem parte de quem eu sou e muitas vezes colorem de cinza os meus dias. Não tenho medo de vivê-las em sua plenitude e não faço o menor esforço para me esquivar delas. Eu as aceito como parte intrínseca da minha condição humana.

No entanto, é preciso ter sabedoria para discernir o momento de seguir em frente. Lamentar eternamente essas dores, acalentá-las e dar a elas um lugar maior do que aquele que deveriam ocupar pode ser extremamente danoso.

Às vezes é necessário entrar naquele quarto escuro e viver cada pedacinho da tristeza e do luto que acompanham nossas dores de cada dia. Mas depois é preciso lavar o rosto e seguir em frente com os olhos límpidos e bem abertos à tudo de bom, agradável, justo e belo que ainda existe à nossa volta.

Trazer à mente o que gera esperança pode ser uma boa forma de seguir em frente.

Dá-me, Senhor, o discernimento para saber o momento certo de seguir em frente e a capacidade de trazer à mente tudo aquilo que me dá esperança. Não permita que eu me afogue num lar de auto-comiseração e lamentações. Mas renova diariamente a fé, a esperança e o amor. Em nome de Jesus, amém.